7/11/2012 | Por: Secom-BA
A presidente Dilma disse ao governador
que vai considerar as previsões orçamentárias para 2013 e 2014 antes de
definir quais os empreendimentos da Bahia receberão mais apoio federal.
Ela elabora um cronograma dos investimentos solicitados para adaptá-los
ao fluxo de caixa do governo federal. A ministra do Planejamento, Miriam
Belchior, também participou de parte do encontro.
Em entrevista coletiva, no Palácio do
Planalto, o governador informou que vai se reunir, nesta quarta-feira
(7), em Brasília, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, juntamente
com outros governadores, para tratar da questão da unificação do Imposto
sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de operações
interestaduais.
Fim à guerra fiscal
Jaques Wagner recomendou ‘equilíbrio‘ e defendeu que os entes federativos liderem o debate. “Guerra fiscal é ruim para todo mundo”, disse. Para ele, mesmo que haja alguma perda para os estados, os governadores devem acabar com a guerra fiscal, por causa da insegurança jurídica que acarreta.
Jaques Wagner recomendou ‘equilíbrio‘ e defendeu que os entes federativos liderem o debate. “Guerra fiscal é ruim para todo mundo”, disse. Para ele, mesmo que haja alguma perda para os estados, os governadores devem acabar com a guerra fiscal, por causa da insegurança jurídica que acarreta.
O governador baiano não é favorável à
adoção de um valor único para o ICMS, ao ser questionado sobre a redução
das atuais alíquotas – que variam entre 7% e 12%, para 4% -, uma das
propostas em estudos. “Temos que avaliar como vão ficar as compensações.
Não é razoável reduzir apenas para um valor único”. Segundo ele, a
fórmula final ainda está em discussão.
Na oportunidade, Wagner confirmou a vinda
da presidente Dilma Rousseff à Bahia na próxima sexta-feira (9) para
inaugurar, na parte da manhã, a adutora do Algodão, na região de
Guanambi, e participar, à tarde, em Salvador, da reunião da Sudene com
os governadores do Nordeste. “Os governadores vão tratar da seca e da
situação apertada que estão atravessando por conta da estiagem”, disse
Wagner. Segundo ele, embora a Bahia tenha sido contemplada com recursos,
há necessidade de mais verbas, porque “60% do estado está localizado na
região do semiárido, zona de seca, e há muita obra a ser feita na
região”.
Os secretários estaduais da Casa Civil,
Rui Costa, e do Planejamento, José Sérgio Gabrielli, que também
participaram do encontro com Dilma em Brasília, saíram otimistas com a
disposição da presidente de investir mais na Bahia.
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