Depois da caminhada pelo SUS, manifestantes acompanhante debate na Câmara de vereadores. Foto: Gicult
O movimento - que também contou com a participação do Conselho de Leigos, Departamento de Saúde da Uesb, Pastoral da Criança, AGRUTTI, SINDIPAN, Curso de Enfermagem da FTC - , fez as seguintes denúncias:
- A não priorização da atenção básica;
- O sub-financiamento da saúde publica em Jequié;
- A centralização dos recursos da saúde, quem gere os recursos financeiros da saúde é a administração municipal, não a secretario de saúde;
- O sucateamento da estrutura da saúde;
- A desvalorização do servidor público coma falta de PCCS (Plano de Cargos);
- Número insuficiente de leitos no HGPV obrigando a internar pessoas em macas nos corredores do hospital;
- A constante falta de medicamentos nas unidades de saúde;
- A falta de um almoxarifado próprio da secretaria de saúde;
- O descumprimento de resoluções do Conselho Municipal de Saúde e outros.
Depois de apresentarem suas faixas e manifesto para a comunidade, o grupo se deslocou para a Câmara de Vereadores, no momento da sessão, já no início da noite. Devido à grande quantidade de pessoas presentes no plenário, os vereadores se solidaram com o movimento e convidaram alguém para falar sobre o assunto, tarefa cumprida pelo padre Marcos Antonio, da Paróquia do Perpétuo do Socorro.
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