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O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, assumiu a pasta ontem, fazendo elogios a seu antecessor, Orlando Silva, e ao PCdoB, partido ao qual os dois pertencem.
Ele destacou a importância do cargo e fez questão de pontuar que sua atuação será facilitada devido ao trabalho desenvolvido por Orlando. Fez ainda elogios ao programa Segundo Tempo, de onde surgiram a maioria das denúncias de irregularidades na pasta. Aldo abriu seu discurso com um elogio à presidente Dilma Rousseff.
Enfatizou o fato de ela ser a primeira mulher eleita para ser chefe de estado no país. Continuou com uma série de elogios a Orlando Silva. “Faço o elogio ao trabalho do ministério porque posso fazê-lo por sua biografia”. Comentando a declaração de inocência feita pelo antecessor, foi além. “Talvez, mais do que inocente, o senhor (Orlando) seja vítima, talvez essa seja a palavra mais precisa”, disse Aldo.
Aldo fez também uma exposição sobre o Segundo Tempo. Afirmou que a falta de equipamentos esportivos no Brasil dificultou a implantação do programa, que visa beneficiar crianças com a prática de atividades físicas. “A educação tem escola, a saúde têm hospitais, no esporte não tínhamos aonde fazer a política pública.”
O novo ministro enfatizou o fato de que o Brasil vai sediar as Olimpíadas e a Copa do Mundo nos próximos cinco anos. Fez uma longa exposição sobre o futebol e destacou que a Fifa tem mais filiados que a ONU. Disse que precisará da ajuda do governo, de outros ministros, de dirigentes esportivos e até da imprensa para realizar seu trabalho.
Na posse, a presidente Dilma destacou que mudanças podem ocorrer e pessoas podem deixar o governo. No entanto, destacou, “as políticas e as linhas de ação devem ser preservadas”.
Dilma fez elogios ao ex-ministro Orlando Silva e agradeceu a sua atuação à frente da Pasta. Segundo ela, o trabalho de Silva foi importante na preparação do Brasil para os grandes eventos que virão. A presidente contou que, quando Orlando Silva anunciou sua decisão de deixar o governo, ele disse que precisava sair para se defender e ela compreendeu.
“Orlando Silva não perde o meu respeito. Perco um colaborador. Mas preservo o apoio de um partido cuja presença em meu governo considero fundamental”, disse. Em seguida, Dilma ressaltou as qualidades do novo ministro e disse ter certeza de que Aldo “será um titular em nosso time”.
Mas destacou: “O objetivo persiste exatamente o mesmo: dar continuidade a novos projetos e garantir o desenvolvimento do Brasil.” Ela destacou a importância de preservar as conquistas da população brasileira, em especial dos 40 milhões que ingressaram na classe média.
Durante a solenidade, que contou com a presença de diversos ex-atletas brasileiros, inclusive Pelé, embaixador honorário da Copa, Dilma chamou por duas vezes o novo ministro de Aldo Rabelo, confundindo o seu sobrenome - Rebelo - com o do presidente do PCdoB, Renato Rabelo.
Em seu discurso na cerimônia de posse do novo ministro, Aldo Rebelo, Orlando foi aplaudido de pé pelos convidados ao reafirmar sua inocência.
A mãe, a mulher e a filha do ex-ministro estavam presentes no evento. Em seu discurso, a presidente Dilma Rousseff lamentou a saída de Orlando - ele é o sexto ministro a deixar o governo - e cometeu uma pequena gafe, ao chamar o novo titular da pasta de “Aldo Rabelo”. Após a cerimônia, Orlando ainda defendeu o decreto publicado ontem no “Diário Oficial” que suspende por 30 dias os repasses de verbas a ONGs (organizações não-governamentais).
“Eu apoio a decisão dela, de fora, como cidadão. Foi feito na hora que tinha que ser feito. Eu como cidadão brasileiro apoio o gesto dela.” De acordo com determinação da presidente, durante esse período todos os convênios serão analisados pelos ministérios.
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