Author: Gidasio Silva.
Josineide com agentes comunitários da zona rural de jequié, depois da assembleia. Foto: Gicult
Josineide com agentes comunitários da zona rural de jequié, depois da assembleia. Foto: Gicult
Numa assembléia realizada nesta quarta-feira (28), no final da manhã, os agentes comunitários e de endemias, coordenados pelo SIND-ACS Regional, avaliaram a situação das categorias na região de Jequié e também em nível nacional. A presidente da entidade, Josineide de Jesus (Neide), falou da luta pelo Piso Salarial destes trabalhadores em saúde e da importância de intensificá-la na mobilização em Brasília no início de outubro. Depois dos debates e questionamentos, os presentes elegeram os 20 representantes que irão à capital federal juntar-se aos trabalhadores dos outros estados, coordenados pela CONASC (Confederação Nacional dos Agentes Comunitários), que ficarão em vigília também pelo PCCR dos ACS e ACE. Segundo Josineide, nesta mobilização que será iniciada no dia 3 de outubro, os trabalhadores realizarão marchas, assembléias e reunião com os deputados e senadores e lideranças do Governo Federal.
Situação precária em Jequié
Quanto à situação da saúde em Jequié, a dirigente tem uma visão crítica. Falou que o governo municipal, através da secretaria de saúde e dos departamentos, deveriam tirar os planos do papel e começarem a atender as demandas da população, que quer um sistema funcionando plenamente e com qualidade. Como exemplo de descaso para com o setor, ela falou que os agentes comunitários e de endemias ainda trabalham em situação precária, sem muitos materiais adequados. “Apresentamos nossa pauta de reivindicação à Prefeitura, mas até agora não obtivemos resposta. Se 70% de nossos pleitos não forem atendidos, vamos fazer atos públicos em Jequié no início de outubro, inclusive com paralisações”, alertou a presidente do SIND-ACS.
Nenhum comentário:
Postar um comentário