terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Wagner busca investimentos na maior feira de tecnologia do mundo




O programa de rádio desta terça-feira (28) Conversa com o Governador destaca a viagem que Jaques Wagner fará à Alemanha no próximo sábado (3), para participar, na cidade de Hannover, da ‘Cebit 2012’, considerada a maior e mais importante feira de tecnologia da informação e comunicação (TIC) do mundo. Wagner integrará a comitiva da presidente Dilma Rousseff e durante o evento – que acontecerá entre os dias 6 e 10 março -, apresentará aos visitantes as oportunidades de investimentos na Bahia.

“Lá, nós estaremos, inclusive, com um estande baiano divulgando o Parque Tecnológico da Bahia, que será concluído agora em março, para atrair mais investimentos, mais emprego, mais tecnologia e mais desenvolvimento para o Estado”, afirma o governador. Ele informa que o governo baiano lançará editais convocando investidores do segmento para aplicar no novo empreendimento tecnológico do Estado.

Wagner fala de outros assuntos, a exemplo da entrega da nova sede do Colégio Estadual Mestre Paulo dos Anjos aos moradores do Bairro da Paz, em Salvador. Inaugurado nesta segunda-feira (27), o novo colégio demandou investimentos da ordem de R$ 6 milhões e oferecerá aos professores, servidores e alunos do ensino fundamental e médio mais conforto e melhores condições de funcionamento.

Durante o programa, o governador enfatiza ainda diversos programas mantidos pelo governo na capital e interior do Estado como o Saúde em Movimento, o Todos pela Alfabetização (Topa), o Luz para Todos, Água para Todos e o Vida Melhor, que vai ajudar cerca de 400 mil famílias de pequenos empreendedores. “Vou continuar trabalhando para tornar a vida dos baianos, a cada dia, bem melhor, com mais inclusão social como é a vontade também da presidenta Dilma Rousseff”.

Outro assunto destacado é a assinatura de ordem serviço, na próxima quinta-feira (1º), para a pavimentação de 15 quilômetros de estradas no município de Capim Grosso, e a ida, no dia seguinte ao município de Curaçá, onde entregará as obras de restauração e pavimentação da BA-210 (Juazeiro/Curaçá), com investimentos de R$ 12,5 milhões.

Jaques Wagner fala também do sucesso do último Carnaval, destacando, principalmente, a redução da violência e a maior participação do folião pipoca durante os seis dias de folia. “Tivemos um Carnaval de paz, com 16% a menos de ocorrências policiais e com a manutenção da ocupação hoteleira e dos vôos para Salvador”. Informa que o Estado investiu mais de R$ 50 milhões e que, mais uma vez, proporcionou o maior Carnaval do mundo em Salvador, com mais participação popular, além de ter apoiado a festa em várias cidades do interior do Estado.

O governador agradece às polícias Militar, Civil e Técnica, ao pessoal da área de saúde, do turismo, aos artistas e a todos que colaboraram para sucesso da festa. “Foram 19 trios alugados para sair sem corda, dando ao folião pipoca, aquele que não pode comprar abadá, o direito de brincar à vontade”. Ele também elogia a contribuição dos artistas “que decidiram desfilar um dia sem corda, dando chance aos foliões de se divertirem ao som das estrelas mais famosas do nosso Carnaval.”

O programa é produzido pela Secretaria de Comunicação Social do Estado da Bahia (Secom), veiculado toda terça-feira, às 7h30, pela Rádio Educadora FM 107,5 MHz e reproduzido por vários veículos de comunicação, além de ficar disponível na página do Conversa e pelo telefone 0800-071-7328.


Saudações,

Edmundo Filho

Coord Rádio Agecom

71 3115-6455

FICHA LIMPA: SAIBA MAIS DETALHES


Coluna da A Tarde

Augusto Aras, hoje subprocurador-geral da República, mas também especialista em direito eleitoral e um dos juristas que ajudaram na formatação da Lei da Ficha Limpa, por ser um dos pais da criança, conhece como poucos a nova legislação, que vai vigorar este ano. Veja algumas considerações dele:

1 – Contas rejeitadas pelos tribunais e também pelas câmaras de vereadores.
– A Justiça, no caso eleitoral, tem que reconhecer que houve dolo. Convênios sem as licitações exigidas, por exemplo, são um indício fortíssimo. Essa é a novidade da Lei da Ficha Limpa após a apreciação do STF.

2 – Contas rejeitadas nos tribunais de contas, mas aprovadas pelas câmaras.
– Em termos eleitorais, não afeta o gestor, mas não impede que ele responda na Justiça processo por improbidade administrativa. Se a Justiça julgá-lo e condená-lo ele fica inelegível por improbidade.

3 – Candidatos que foram cassados em 2006, por exemplo, perderam o mandato e cumpriram os três anos de inelegibilidade.
– Esqueça isso. Trata-se de casos julgados e com penas já cumpridas. Além disso, o STF consagrou o princípio de que a lei não vai retroagir. Há questionamentos sobre quem renunciou temendo a aplicação da lei, como é o caso de Joaquim Roriz, no Distrito Federal. Mas isso é outra discussão.

4 – Candidato que responde a processo por assassinato (o presumível ficha suja não de lama, mas de sangue).
– Se não houver condenação pela Justiça, nada impede a candidatura. Enquanto ele não for condenado, a lei não o atinge.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Luciana Mandelli prestigiará comemoração dos 32 anos do PT


A Secretária de Formação Política do Diretório Estadual, Luciana Mandelli, estará prestigiando a comemoração dos 32 anos do Partido dos Trabalhadores, que acontecerá no dia 29 de fevereiro, na Câmara de Vereadores de Ipiaú.

Com o objetivo de festejar os 32 anos do PT, o Diretório Municipal organizará um ato político com a presença de várias lideranças do município e região, inclusive, com a Secretária Luciana Mandelli, convidada pelo Diretório Municipal, que além de participar deste evento, estará se reunindo com alguns partidos da base aliada, reforçando assim o diálogo para a aliança de 2012.

O presidente do PT de Ipiaú, Orlando Santos, opinou sobre o aniversário de número 32 do PT.

“A construção do projeto democrático e popular para o Brasil marcou a trajetória do Partido dos Trabalhadores. O programa democrático e popular do PT foi se construindo a partir do debate teórico, nas lutas populares e na ação institucional em três direções: social, nacional e democrática”, disse.

Com "farda do Bope", vigilantes contratados por prefeituras algemam e prendem em festas de Alagoas



Aliny Gama e Carlos Madeiro
Do UOL, em Maceió


  • José Feitosa/Gazeta de Alagoas

    Seguranças privados contratados por prefeitura de município de Alagoas usam roupa parecida com a do Bope

    Seguranças privados contratados por prefeitura de município de Alagoas usam roupa parecida com a do Bope

As autoridades de Alagoas estão investigando a atuação de grupos de vigilância privada, contratados por prefeituras, para dar segurança em eventos públicos no interior do Estado. Segundo imagens e denúncias feitas à Secretaria de Estado da Defesa Social, os vigilantes contratados usam fardas similares a do Bope (Batalhão de Operações Especiais) da PM (Polícia Militar) do Rio de Janeiro e estariam agindo com truculência, algemando e até prendendo pessoas sem autorização. A PM investiga se há militares atuando como seguranças privados.

Durante o Carnaval, pelo menos dois municípios confirmaram ao UOL que contrataram grupos privados para ajudar na segurança. As duas prefeituras informaram que contrataram os vigilantes para auxiliar o trabalho da polícia, considerado por eles insuficiente para garantir a folia. Os dois municípios, porém, tiveram denúncias de problemas com os contratados.

A atuação e contratação desses grupos é questionada pelas autoridades, principalmente depois que imagens feitas pelo jornal "Gazeta de Alagoas", na última terça-feira (21), mostram um grupo composto por seis seguranças particulares prendendo e algemando um jovem durante a realização do bloco Tudo Azul, em Murici. Uma das fotografias mostra os vigilantes com fardas pretas, boinas, cassetetes e algemas. Para as autoridades, o grupo agiu na função de polícia e usou equipamentos de uso restrito às forças de segurança pública.

Durante a festa em Murici, o policial militar Samuel Souza foi preso em flagrante, acusado de matar um jovem e ferir outros dois durante o desfile do bloco. Segundo as investigações da Polícia Civil, a confusão teve início porque um dos foliões teria levado um choque de um dos aparelhos usados pelos seguranças particulares. A Polícia Militar abriu investigação para saber se algum dos seguranças contratados é policial, já que a prática do “bico” é proibida pela corporação.

Ainda durante o Carnaval, outra cena de agressão foi filmada por um emissora de TV em uma mais tradicionais festas de do litoral do Estado, em Paripueira, na região metropolitana de Maceió. Um segurança fardado foi flagrado agindo com truculência contra o folião. A prefeitura informou que investiga o caso.

Questionamento

O secretário de Estado da Defesa Social, Dário César, afirmou ao UOL, que há uma preocupação na atuação das empresas de segurança, que estariam agindo irregularmente em eventos públicos. “O que preocupa nessas ações é que esses grupos se portam como polícia. E aí você verifica pessoas uniformizadas, ostentando algemas metálicas, algemando pessoas e fazendo o papel polícia, quando havia policiais para isso no evento. Aquela fotografia mostra claramente o equívoco quanto ao uso de seguranças privados”, destacou.

  • José Feitosa/Gazeta de Alagoas

    Seguranças privados contratados por prefeitura de cidade alagoana algemam e prendem jovem

Segundo o secretário, uma documentação está sendo preparada para ser enviada a Polícia Federal, MP (Ministério Público Estadual) e Conselho de Segurança de Alagoas para que também investiguem e solicitem que as empresas de segurança se adequem às normas. Um dos questionamentos que devem ser feitos de imediato é o uso da farda, que não deve ser semelhante às das polícias.

Sobre a contratação de grupos privados por prefeituras, com objetivo de dar segurança à população, Dário César afirmou que a prática não deveria ocorrer, já que a polícia estaria apta a garantir a tranquilidade nas festas. “Você contratar a segurança do seu camarote, de um local “x”, é uma coisa. Mas fazer a segurança pública [com iniciativa privada] é totalmente equivocado. Nós tínhamos policiais militares fazendo a ronda ostensiva. Não havia a necessidade, pois para isso foi mandado polícia para o local. Essa é uma preocupação. Mas também acho que essas questões servem de alerta. O municípios que querem contratar entes privados, podem fazer, agora tem procurar escolher empresas que atuem dentro da legalidade”, afirmou.

O comandante geral da PM de Alagoas, coronel Luciano Silva, informou que a corporação abriu investigação interna para saber se há a participação de militares no grupo que atuou durante o Carnaval. "O caso já foi encaminhado à corregedoria. Se comprovado, eles responderão a processos administrativos disciplinares e podem ser expulsos", disse.

Segundo Silva, o uso de algemas e aparelhos de choque são restritos aos órgãos de segurança pública e não poderiam ser utilizados por empresas de segurança privada. "A Polícia Militar está pronta para dar segurança a qualquer evento em Alagoas. Mas qualquer órgão que quiser contratar, verifique se a empresa é idônea, e se usa uniforme diferente ou instrumento de polícia. Pois se a PM flagrar algum segurança nessa situação, poderá prendê-lo em flagrante", afirmou.

Municípios defendem empresas

A Prefeitura de Murici informou que contratou 150 seguranças para garantir a tranquilidade daquele que é considerado o maior bloco de Carnaval de Alagoas. “Sabendo que o efetivo da polícia não é suficiente, fizemos essa contratação, que foi sugerida pelo MP. Não foi para fazer papel de polícia, mas sim para auxiliá-la. A segurança foi fundamental na organização para evitar aquelas brigas corriqueiras. A questão do assassinato que houve era impossível de se prever, ainda mais um crime praticado por um policial armado”, disse Geraldo Amorim, chefe de Gabinete da prefeitura.

Sobre o uso da farda e equipamentos de uso restrito da polícia e o ato de efetuar prisões, Amorim afirmou que são atividades definidas pela própria empresa. “A prefeitura não tem nada a ver com isso. A empresa que contratamos é legal, constituída. A roupa que usa é definição dela”, explicou.

A reportagem do UOL entrou em contato com a PSE Segurança Privada, contratada pela Prefeitura de Murici e flagrada usando farda preta e algemando uma pessoa, mas o responsável pelo setor comercial disse que a assessoria jurídica da empresa orientou a PSE a não comentar sobre o assunto. A empresa tem sede em Maceió e vários clientes privados no Estado.

O prefeito de Paripueira, Abraão Moura, também confirmou a contratação de seguranças para a festa, mas não soube precisar a quantidade. Segundo ele, a contratação existiu principalmente para dar segurança aos camarotes da festa, que reuniu 50 mil pessoas durante os quatro dias de folia.

“Contratamos para fazer segurança da área de banheiros, ma que também dão apoio a polícia. Soube de um ato de truculência e mandei apurar, mas até agora não tive retorno. Até a quarta-feira da semana antes do Carnaval tínhamos uma ameaça da PM entrar em greve. Existia uma necessidade, e não vejo nada de mais dar suporte ao evento. Nenhum folião denunciou, ou fez queixa-crime contra violência de segurança”, garantiu.

Prefeitura de Jequié disponibiliza bolsas para professores de Educação Física





Secratária Cláudia e o coordenador do projeto, Pimentel, discutem o convênio com a UESB. Foto: PMJ
Secratária Cláudia e o coordenador do projeto, Pimentel, discutem o convênio com a UESB. Foto: PMJ

A Prefeitura de Jequié, através da Secretaria de Esporte e Lazer, acaba de firmar convênio com a Secretaria de Educação e Cultura do Estado, com a participação da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), com a finalidade de prestar serviços aos alunos da rede pública municipal de ensino. Os últimos entendimentos ocorreram nesse mês de fevereiro, durante encontro entre a secretária de Esporte e Lazer do município de Jequié, Ana Cláudia Pinheiro, e a coordenação do projeto por parte da Uesb.

O convênio prevê a disponibilização de cinco professores bolsistas de Educação Física. As atividades iniciaram nesta quinta-feira (24/02/12), em evento realizado no Auditório Waly Salomão (Uesb), às 8 horas da manhã. Os trabalhos serão coordenados pelo professor doutor César Pimentel e pelo professor mestre Leonardo Duarte.

A secretária de Esporte e Lazer do município, Ana Cláudia Pinheiro, considera o convênio de suma importância. “Para a Prefeitura Municipal de Jequié é um prazer disponibilizar bolsas para os professores de Educação Física da Uesb, uma instituição parceira da Prefeitura e com relevantes serviços prestados a Jequié e a região”, afirmou. Esses profissionais terão uma importante participação nas escolas que serão assistidas.

Fonte: Ascom da PMJ.

Jequié: 1ª Conferência Municipal sobre Transparência começa nesta segunda, 27





Conferência reforçará a participação do cidadão no controle social.
Conferência reforçará a participação do cidadão no controle social.

A democracia brasileira avança e também os mecanismos de controle social das ações do Poder Executivo. Para aperfeiçoar as normas e melhorar a participação dos cidadãos, o governo federal convocou a 1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social, a ser realizada em Brasília, entre os dias 18 a 20 de maio.

Em Jequié

Haverá as etapas estaduais, como a da Bahia, e também as municipais. A 1ª Conferência Municipal sobre Transparência e Controle Social de Jequié será realizada nos dias 27 e 28 de fevereiro, no auditório Wally Salomão, Campus da Uesb, bairro Jequiezinho, com início às 19h30, no primeiro dia. Conforme a programação, a solenidade de abertura contará com a participação do prefeito Luiz Amaral, do controlador-geral do Município, João Luiz Vieira Meira, do analista de Controle Externo da CGU/Regional Bahia, Romualdo Santos, dentre outros.

Por sua importância, todos os dirigentes de órgãos públicos, parlamentares, integrantes do movimento social, candidatos a cargos eletivos e cidadãos comuns estão convidados para participar do evento.

Jequié: PT escolhe candidato a prefeito em março





Encontro municipal definirá nome do PT a candidato a  prefeito.
Encontro municipal definirá nome do PT a candidato a prefeito.

Depois da reunião do Diretório Municipal do PT de Jequié, realizada na manhã deste sábado (25), dois fatos novos movimentarão a militância da legenda. O primeiro foi Paulo Souza ter retirado sua pré-candidatura a prefeito, deixando o caminho livre para Isaac Cunha e Sérgio da Gameleira, os dois outros concorrentes. Não se sabe ainda quem ele vai apoiar. O segundo, foi o Diretório marcar um Encontro da militância para o próximo dia 10 de março, com o propósito de definir o nome que representará o partido na eleição para prefeito este ano.

Toda essa movimentação confirma o que o presidente municipal do PT, Marcelo Aguiar, vem afirmando na reuniões e entrevistas à imprensa: o partido terá candidato próprio na disputa majoritária. Como Aguiar tem dito, o PT buscará uma aliança com a base aliada a fim de vencer a eleição e colocar em prática um projeto mudancista na cidade.

A expectativa, agora, é saber quem será o pré-candidato escolhido e a capacidade que os petistas terão para realizar as alianças. A tarefa não será fácil, pois alguns possíveis aliados já estão com nomes fortes nas ruas ou se articulam para formar uma composição independente.



"O Artista" e "Hugo Cabret" ganham cinco prêmios no Oscar 2012




Elenco de O Artista no palco para receber a premiação. Foto: uol
Elenco de O Artista no palco para receber a premiação. Foto: uol

"O Artista" se consagrou como produção do ano e venceu o prêmio de melhor filme do Oscar 2012. O filme francês ficou com cinco estatuetas, mesmo número de "A Invenção de Hugo Cabret", de Martin Scorsese, mas venceu nas categorias artísticas, como melhor direção (Michel Hazanavicius) e ator (Jean Dujardin), além de figurino e trilha sonora original. "Hugo" ficou com efeitos visuais, fotografia, direção de arte, mixagem e edição de som. O prêmio de melhor atriz ficou com Meryl Streep, em sua 17ª indicação, por "A Dama de Ferro". Foi a terceira estatueta que a atriz levou para casa.

Carlinhos Brown não ganhou, mas projetou foi um dos destaques na Cerimônia do Oscar. Foto: Uol
Carlinhos Brown não ganhou, mas projetou foi um dos destaques na Cerimônia do Oscar. Foto: Uol

Outros prêmios

Abrindo a noite, "A Invenção de Hugo Cabret" levou as estatuetas de melhor fotografia e melhor direção de arte. Tom Hanks foi o escolhido para apresentar os primeiros prêmios do Oscar 2012.

Mark Bridges, de "O Artista" levou a estatueta de melhor figurino. Cameron Diaz e Jennifer Lopez foram as apresentadoras do prêmio de melhor figurino. Em seguida, elas entregaram o prêmio de maquiagem para Mark Coulier e J. Roy Helle, por "A Dama de Ferro".

O prêmio de melhor filme estrangeiro ficou com "A Separação", do iraniano Asghar Farhadi. O filme já havia levado o Urso de Ouro em Berlim 2011 e o Globo de Ouro de melhor filme em língua estrangeira.

O prêmio de melhor atriz coadjuvante foi para Octavia Spencer, por "Histórias Cruzadas". É o primeiro Oscar da atriz. Christian Bale, premiado como melhor ator coadjuvante em 2011, entregou a estatueta.

Carlinhos Brown

O Oscar de melhor canção original ficou com "Os Muppets", por "Man or Muppet", deBret McKenzie, que derrotou "Real in Rio", de "Rio", música dos brasileiros Sergio Mendes e Carlinhos Brown com letra de Siedah Garrett.

- Fonte: Uol

Promotor de Porto Seguro agride Juíza de Caravelas em show



A juíza Nemora de Lima Jannsen dos Santos da comarca de Caravelas Bahia, foi agredida, na madrugada desta sexta feira, por volta das 01h30h, no camarote da Arena Axé Moi, em Porto Seguro. Segundo o depoimento da juíza à Delegacia de Proteção ao Turista de Porto Seguro, ela estava no camarote da arena quando, sem motivo aparente, foi agredida de forma violenta pelas costas com chutes e pontapés pelo promotor de justiça de Porto Seguro Dioneles Leones Santana Filho. O namorado da juíza, o advogado Leonardo Wishart, ao socorrê-la, também foi agredido pelo promotor. O casal esteve na delegacia na manhã desta sexta feira para fazer exame de corpo e delito, mas não quiseram falar com a imprensa sobre o ocorrido. (A Guilhotinha e Políticos do Sul da Bahia).
Fonte: Tesouras Notícias

Emir Sader: As duas batalhas no Brasil de hoje





Um dos desafios do Brasil é manter o crescimento com distribuição de renda. Foto: metalurgicocsul
Um dos desafios do Brasil é manter o crescimento com distribuição de renda. Foto: metalurgicocsul

Em meio a tanta dispersão imposta pelas manchetes da mídia, não fica claro para os brasileiros, quais são as batalhas centrais que o país tem que enfrentar nestes anos. A nova tendência no país, gerada na década passada e que se estende nesta, é a existência de uma nova maioria política no Brasil. Se a reeleição do Lula poderia obedecer a uma tendência a reeleger um presidente – como no caso de FHC -, a eleição da Dilma apontou para esse novo fenômeno: classes populares emergentes se constituíram no eixo de uma nova maioria politica, que elegeu e reelegeu o Lula e que elegeu a Dilma (apontando, com grande previsão de se confirmar, sua reeleição).

Por outro lado, as dificuldades para se articular oposição ao governo, com partidos enfraquecidos, tanto à direita, quanto à esquerda, confirmam a hegemonia do projeto encarnado pelos governos Lula e Dilma. O núcleo opositor ao governo se concentra na mídia privada que, conforme confissão de uma diretora da associação que os congrega, substituem aos enfraquecidos partidos opositores.

Mas esse projeto político vencedor tem grandes desafios pela frente, frequentemente obscurecidos para a grande maioria dos brasileiros, pela ação dispersiva da mídia, que insiste em buscar que a atenção das pessoas se concentre em irregularidades da gestão pública. O objetivo é desqualificar tudo o que tenha a ver com Estado, para tentar, por oposição, projetar o desmoralizado mercado e as empresas privadas que tem nele seu território privilegiado.

No entanto, o Brasil tem, entre tantas tarefas, duas que se configuram, no governo Dilma, como as mais importantes. A primeira, a elevação do ritmo de crescimento da economia e de extensão das políticas sociais, mesmo em meio aos efeitos negativos da dura recessão no centro do capitalismo. É uma proeza, mas hoje já possível, devido ao dinamismo de economias do Sul do mundo, mostrando que já existe um mundo multipolar. Sofremos os efeitos da recessão na Europa, nos EUA, no Japão, mas não são mais suficientes para arrastar-nos à recessão junto com eles.

Para isso o governo tem que zelar, antes de tudo pelos fatores que pesam sobre a nossa economia, impedindo que o ritmo de crescimento econômico seja baixo como em 2011, possa se elevar acima de 4%, oxalá acima de 5%, condição da manutenção e expansão das políticas sociais, que permitam que o governo cumpra com o maior os seus compromissos: terminar com a miséria até o final deste mandato.

A outra tarefa central é a de apoiar todos os mecanismos que permitam que a sociedade brasileira deixe de ser dominada pelos valores mercantis, egoístas, individualistas, que acompanharam a instalação do modelo neoliberal no nosso país. Que o acesso justo a bens de consumo, antes sempre negados à grande maioria, possa satisfazer suas necessidades antes reprimidas, mas que a consciência social das razoes pelas quais essas conquistas se tornam realidade possibilite que seja acompanhado dos valores da solidariedade, da cooperação, da fraternidade, do humanismo.

O neoliberalismo projetou a ideia de que a ascensão social tem que se dar necessariamente através da disputa selvagem no mercado de uns contra os outros. Como diminuíam os recursos disponíveis e as oportunidades, a visão malthusiana predominava. (Até agora um partido de direita da Catalunha fazia sua propaganda eleitoral egoísta com o lema: Não há para todos, para propagar que não se deveriam aceitar imigrantes na Espanha.) O famoso “Farinha pouca, meu pirão primeiro.”

As políticas redistributivas dos governos Lula e Dilma, que têm mudado, pela primeira vez, a desigualdade social no Brasil, diminuindo-a, respondem a direitos da massa da população, ate então marginalizadas do acesso a bens fundamentais. São resultado de uma mentalidade diferente, que reconhece o direito de todos e não apenas a capacidade de alguns de se sobrepor aos outros. Se governa para todos, se colocam os recursos arrecadados pelo Estado a serviço de todos. Antes se governava para um terço da sociedade, bastava a demanda desses setores mais ricos para alimentar uma economia que produzia prioritariamente para eles.

Para que novos valores predominem, as grandes camadas populares emergentes são essenciais, porque são elas que agora têm acesso a bens que antes lhes estavam vedados. A geração e socialização de novos valores, coerentes com as políticas governamentais atuais, requer um processo de democratização na formação da opinião pública, quebrando-se o monopólio privado, que bloqueia o processo democrático de informação e de difusão de valores solidários.

Mas requer também a articulação de políticas educativas e de cultura, que cheguem aos rincões mas distantes do país, à todas as escolas, espaços culturais, à vida comunitária da população mais pobre, incorporando-a não apenas ao circuito do consumo, mas também fazendo delas os maiores agentes de valores democráticos e solidários. Aqui se disputa a consolidação dos avanços conquistados, transformando a nova maioria politica em maioria ideológica, mediante a consciência social de todos.

Fonte: Emir Sader, no sítio Carta Maior

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

População de Itiruçu ganhará creche do Governo Federal









O deputado estadual Yulo Oiticica (PT) participará neste sábado (25), às 16h, da inauguração da primeira creche-escola implantada na cidade de Itiruçu. Fruto de uma parceria entre o Ministério da Educação e a Prefeitura Municipal, a creche atenderá crianças carentes de sete meses a cinco anos em tempo integral. Trata-se da primeira obra do Governo Federal a ser inaugurada na cidade e contará com investimento de mais de R$ 1 milhão.

Para o deputado Yulo, “a obra é de fundamental importância para o município, além de servir de modelo para toda região. O povo de Itiruçu merece mais qualidade de vida, principalmente as crianças. Isso demonstra a brilhante e competente administração do prefeito Carlinhos à frente da gestão municipal”. De acordo com o prefeito Carlinhos (PT), as crianças itiruçuenses, em fase pré-escolar, terão acolhimento afetivo, nutrição adequada e material didático que irão prepará-las para a alfabetização. Ainda de acordo com ele, no próximo mês, será iniciada a construção de mais uma creche que beneficiará a população.

Ubatã: Cartório Eleitoral de Olho nas Eleições


Cartório Eleitoral de Ubatã distribuiu, na semana passada, uma espécie de cartilha sobre uma série de ações que incidem em prática de crime eleitoral e captação ilícita de sufrágio, temas dos mais caros a maioria dos políticos ubatenses. O objetivo da “cartilha” é orientar os aspirantes a cargos públicos.

O texto afirma que, às vezes, a compra de votos se apresenta de maneira direta, rude, a exemplo de quando um candidato doa cesta básica, calçado, dentadura ou custeia consulta ou exame médico a um eleitor; ou de maneira sutil, quando um candidato encaminha, por exemplo, eleitores ao INSS para fins de aposentadoria.

Ainda de acordo com o texto, para que se caracterize a compra de votos basta que se comprove a simples existência da oferta, ainda que o candidato não cumpra a promessa. Vale ressaltar que o ex-prefeito Agilson Muniz (PCdoB) foi defenestrado do cargo em 2010 por suposto abuso de poder econômico e suposta compra de votos. Então, candidatos, é bom ler pela Cartilha do Cartório Eleitoral!

OPINIÃO: Léo Valente


Pela Ficha Limpa em todos os níveis do serviço público

Ainda bem que foi aprovada a Lei da Ficha Limpa. Quem vai gerir dinheiro público tem que exibir seu histórico, independentemente da Lei ter sido aprovada ou não. Se o ministro que tinha dúvida na aprovação da Lei respondesse ao povo, talvez ficasse bem mais simples o seu julgamento. Afinal será que ele colocaria numa lista de trabalhadores da casa dele uma pessoa que tenha suspeita de roubo ou participação em crime?

Enquanto isso, na Bahia a coisa pode ir mais além. O Governo do Estao prepara um decreto que poderá proibir a nomeação para cargos públicos de quem tenha qualquer pendência na Justiça. Quem passar em concurso público e esteja empipinado com a Justiça corre o risco de não assumir o cargo. Para empossar o servidor, vão pegar todos os antecentes criminais, desde a Polícia Civil até a Federal.

Então se agora finalmente perceberam que não se pode deixar malandro entrar no serviço público, vamos levar logo a questão a todos os níveis: Tribunal de Contas, Câmara de Vereadores, etc… Não tem ficha limpa, não pode ser candidato. Simples. Ninguém quer trabalhando em sua empresa alguém que tem antecedentes ruins. Aliás, pode até se dar uma nova chance a um delinquente mas a político que passa a mão no dinheiro público e já foi condenado, não adianta. Esse não se recupera nunca.

Cidade do interior da Bahia poderá receber fábrica de aviões


Uma fábrica de aviões pode ser instalada na Bahia em breve. A empresa, sem nome divulgado, é de capital 100% brasileiro e pretende produzir no estado, aviões para transporte de passageiros, com capacidade para até 14 pessoas.

A meta é suprir a demanda atual da aviação regional, que necessitaria de 3 mil aeronaves para atender 9 milhões de passageiros/ano. O município já teria sido escolhido e o investimento previsto é superior a R$ 120 milhões.

(Correio)

Greve da PM: Pinheirinho na Bahia, não!


Por Emiliano José*

Tenho dito, insistido que segurança pública é um problema gravíssimo. Em todo o País. Não basta esgrimir números ou fazer comparações sobre quem remunera mais ou menos. É necessário reconhecer a necessidade de uma nova formulação sobre a segurança pública como direito do cidadão, ou, ao menos, uma atualização da política, já que, de fato, existem algumas iniciativas positivas – o Pronasci, uma delas, onde aparecem pistas inovadoras, um pensamento abrangente sobre a questão. Não dá para discutirmos o problema a cada greve de policiais militares e acreditarmos que a questão se situe tão somente na remuneração de soldados, sargentos e oficiais. E ultimamente a gritaria em torno da PEC 300 revela que há um tom monotemático em relação ao assunto.

Herança Maldita
"A mortandade de jovens negros e pobres nas periferias das grandes cidades especialmente indica uma herança maldita advinda da mentalidade adquirida desde a ditadura e, também, dos nossos séculos de escravidão"
Enfrentamos uma questão mais de fundo. A mortandade de jovens negros e pobres nas periferias das grandes cidades especialmente indica uma herança maldita advinda da mentalidade adquirida desde a ditadura e, também, dos nossos séculos de escravidão. Negros, pobres e jovens são em princípio suspeitos, lamentavelmente. Ao falar isso, não se desconhece que o Estado de Direito reclama a existência da polícia. A sociedade, para ver exercer-se o seu direito à segurança, necessita da polícia. Não podemos esquecer esta obviedade.

A polícia, no entanto, deve ser preparada para proteger o cidadão, e não para simplesmente reprimi-lo, e especialmente reprimir pobres e negros. Creio que já há discussão sobre isso nas polícias, tanto Civil quanto Militar, mas não há ainda uma compreensão disseminada a esse respeito. Tenho que dizer que no contato com vários oficiais e soldados e sargentos localizo tais preocupações, reflexões sobre direitos humanos, uma outra visão do que seja o papel da polícia, já não mais circunscrita à ideia pura e simples da repressão.

Civil e Militar

A existência de duas estruturas policiais – civil e militar – também não tem sido devidamente enfrentada, discutida, e creio que devamos fazer isso com urgência. Como, também, não foi, ainda, problematizada de modo suficiente os mecanismos legais que assegurem aos policiais o direito de colocar à mesa suas reivindicações, já que me parece óbvio que pessoas armadas pelo Estado não tenham o direito de fazer greve, pelos riscos que comporta, já bastante conhecidos por nós. E afinal a impossibilidade da greve já foi consagrada pelos constituintes de 1988, corretamente.

A reivindicação de melhores salários por parte das corporações militares e civis tem o lado positivo de provocar todos nós para a elaboração de uma política que se volte especialmente à garantia do direito à segurança que tem todo cidadão, para além da justeza da reclamação de melhor remuneração. É reducionista, pobre uma visão puramente economicista, corporativista sobre o problema.

Armados pelo Estado

Discuti o tema, no Parlamento e fora dele, quando da greve recente da Polícia Militar da Bahia, que começou dia 31 de janeiro deste ano de 2012. Claro que o fiz sob o calor dos acontecimentos, de uma paralisação que durou mais de dez dias, com o sacrifício evidente dos direitos da cidadania à segurança. Lembrei que paralisações dessa natureza, de homens e mulheres armados pelo Estado, nunca produzem coisas boas no seu decorrer. Causam um prejuízo enorme à população. Não podem ser admitidas.

"Essas movimentações redundam em derramamento de sangue inocente, em morte das pessoas desamparadas pela ausência da polícia nas ruas"

Para além de quaisquer outras consequências, movimentos como esses sempre provocam, como ocorreu no caso da Bahia, um crescimento exponencial de homicídios. Essas movimentações redundam em derramamento de sangue inocente, em morte das pessoas desamparadas pela ausência da polícia nas ruas, e os que se movimentam sabem que esta é a principal consequência, e por isso mesmo, a Constituição proibiu a greve nessa área. De modo a proteger a cidadania.

Greve de 1981

Em 1981, uma movimentação dessa natureza provocou derramamento de sangue. O governador de então, Antonio Carlos Magalhães, ordenou que fosse debelada a ferro e a fogo e militares foram mortos por militares na repressão à tentativa de paralisação. Vivíamos sob uma ditadura e o governador de então, qualquer que fosse, como sabemos, não era mais que um delegado do general que estivesse na presidência. ACM ordenou a repressão com toda ferocidade e foi o que se viu.

Quem quiser saber mais sobre aquela movimentação leia o livro do professor e ex-oficial da PM, Georgeocohama, que tive a honra de prefaciar: “A massa da tropa – greve na Polícia Militar da Bahia – 1981”. Ao lembrar os dramáticos momentos de 1981, o faço para reiterar que nenhuma movimentação dessa natureza traz bons resultados e o faço também para refrescar a memória dos que, no Congresso, inclusive familiares do ex-governador Antonio Carlos Magalhães, pretendiam explorar a paralisação recente ocorrida na Bahia. E o faziam de forma demagógica, irresponsável.

Em 2001, ainda na Bahia, houve outra paralisação de policiais militares e ela foi resolvida não só pelo governador de então, mas devido à firme e ponderada intervenção de parlamentares do PT, que se empenharam em negociações que pusessem fim à greve. E aqueles dias foram, também, de muito prejuízo e violência para a população.

Político-ideológica

Houve uma claríssima luta político-ideológica no decorrer da greve atual e, também, depois dela. Como é natural, creio. É a disputa por hegemonia. As tentativas de se explorar acontecimentos, de fazer a leitura deles de acordo com os interesses de cada corrente política ou mesmo da mídia, que não deixa de ser uma corrente política.
"O deflagrar da greve foi seguido de atentados à segurança pública por parte de alguns policiais militares (...) com passageiros sendo retirados de ônibus 'manu militar', ataques a tiros de agências bancárias, militares mascarados nas ruas dando tiros para cima, um terrorismo policial inadmissível"

O governador Jaques Wagner, que vem de tantas lutas sindicais, não se abalou diante da crise. Soube enfrentá-la, como cabe a um governante. E dispôs-se, desde o primeiro momento, a fazê-lo nos marcos da vida democrática, de acordo com as regras do Estado de Direito, sem, no entanto, permitir que se perdesse a sua autoridade sobre o processo, autoridade legitimada pelo voto.

Tomou a providência de pedir ajuda ao governo federal de modo a garantir, de todos os modos possíveis, o direito à segurança que tem todo cidadão, embora tivesse consciência de que não podia satisfazer esse direito integralmente com a greve dos policiais. Os policiais amotinados na Assembleia Legislativa foram cercados por forças federais, depois de pedido feito pelo presidente da Casa, Marcelo Nilo, de que se desocupasse a sede do poder. Com a ponderação permanente do governador de que a desocupação fosse feita de modo firme, evitando-se, no entanto, de todas as maneiras, qualquer confronto armado que pudesse implicar em derramamento de sangue, como ocorrera em 1981. E isso foi cumprido de modo rigoroso até que os amotinados se entregassem.

Atentados

O deflagrar da greve foi seguido de atentados à segurança pública por parte de alguns policiais militares, com o bloqueio de avenidas, atravessamento de ônibus, com passageiros sendo retirados 'manu militar', ataques a tiros de agências bancárias, militares mascarados nas ruas dando tiros para cima, um terrorismo policial inadmissível a confirmar o quanto é perigosa uma greve de homens armados pelo Estado. Se há policiais com espírito público, e são a maioria, há os que não têm compromisso com o povo.

As ações criminosas de alguns poucos policiais foi devidamente desmascarada por uma reportagem jornalística, que deu conta do que pretendiam, com a proposta de atentados contra a segurança da cidadania. Com estes, o governador disse sempre, não compactuava, não podia compactuar, e o fazia em nome do Estado de Direito, da democracia. E hoje alguns deles estão presos e responderão na Justiça por crimes que tenham cometido.

Negociações

As demais associações de policiais militares, e eram mais três além daquela que havia tomado a Assembleia, foram chamadas à mesa de negociação, mesa que contou com a mediação do arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, dom Murilo Krieger, em cuja residência realizaram-se a maioria das demoradas reuniões. A associação dos amotinados da Assembleia obviamente não participou das reuniões. Escolhera desde o início o caminho do confronto armado, tendo inclusive sequestrado várias viaturas.

O governador, esticando a corda das possibilidades orçamentárias do Estado, no final do processo, admitiu pagar as gratificações pedidas pelos policiais militares – as chamadas GAP IV e GAP V – num processo que deve se estender até 2015. Com a desocupação da Assembleia, a desmoralização dos que pretendiam impor o terror à população, e com a negociação finalizada, encerrou-se também a greve, às portas do carnaval da Bahia. Carnaval que, aliás, pretendeu ser transformado em moeda de troca dos amotinados da Assembleia. "Creio que o Carnaval, no entanto, foi essencial para o fim da greve, ao contrário do que imaginou uma parte dos grevistas. A população, se já estava desgastada pela falta de segurança, pelo aumento do número de homicídios, pela revelação dos métodos assustadores e violentos de algumas das lideranças do movimento"

Creio que o Carnaval, no entanto, foi essencial para o fim da greve, ao contrário do que imaginou uma parte dos grevistas. A população, se já estava desgastada pela falta de segurança, pelo aumento do número de homicídios, pela revelação dos métodos assustadores e violentos de algumas das lideranças do movimento, ficou ainda mais irritada pela ameaça de não fruir com tranquilidade os seus tradicionais dias de alegria. Nesse momento, creio, o desgaste do movimento chegou ao seu auge e, penso, deve ter contado muito para o encerramento da paralisação, para além do fato de o governo ter atendido grande parte das reivindicações apresentadas.

Bahia-Rio

A resolução democrática e firme, serena e segura da greve, devido, sobretudo, à orientação que o governador Wagner deu para o enfrentamento da crise, contribuiu para que o Rio de Janeiro enfrentasse positivamente o movimento que se ensaiou entre policiais e bombeiros. Quando o movimento do Rio foi anunciado, a movimentação da Bahia já estava no fim. A lembrar que entre os telefonemas trocados por ocupantes da Assembleia Legislativa e uma liderança parlamentar do Rio de Janeiro incluía-se a necessidade de prolongar a greve na Bahia para que coincidisse com a daquele Estado, de modo a complicar os carnavais dos dois Estados. Creio que parte dos erros dos dois movimentos teve a ver com a tentativa de frustrar a alegria do povo com a supressão do carnaval.

Nas tentativas midiáticas de disputa ideológica, houve a tentativa de desgastar o governador Jaques Wagner, como se não tivesse sabido enfrentar a greve. Como já se disse, em nenhum momento o governador procurou atalhos. Defendeu a população ao conseguir a presença de forças federais no Estado, negociou as reivindicações dos policiais militares à exaustão e atendeu a maior parte delas. Não compactuou com os que adotavam métodos que fugiam à legalidade. Não admitiu violência contra os amotinados, mesmo à vista de ordem judicial. Os que tiverem de ser punidos, se tiverem, o serão de acordo com a Justiça.

Pinheirinho

Havia, é claro, e isso no campo estrito da política, quem torcesse para um desfecho à Pinheirinho. À boca pequena, que ninguém é louco de dizer isso abertamente, os oposicionistas diziam, o DEM à frente, que a Bahia seria o Pinheirinho do PT. Imaginavam que uma invasão desastrada das forças federais à Assembleia Legislativa provocaria derramamento de sangue e aí o espetáculo estava pronto. Um desfecho como o de 1981 ou como o de Pinheirinho. Não, nem um, nem outro.

A solução seguiu o roteiro desde o início traçado pelo governador, que saiu com sua autoridade preservada, fortalecida. Wagner sempre dizia que não transigiria com princípios, que não cederia a métodos de policiais que não respeitavam a população, que iria garantir os direitos da cidadania à segurança, e que respeitou ontem e respeita hoje o direito de reivindicar de quaisquer categorias, mas sempre nos marcos constitucionais. Pinheirinho na Bahia, não. Não aconteceu e não acontecerá.

Marcos da Democracia

Dizer que uma greve armada é positiva, não é. Diante da que ocorreu na Bahia, pode-se afirmar, no entanto, sem que se desconheça os óbvios prejuízos à população, que a solução dela se deu nos marcos da democracia, o que, nesse sentido, não deixa de ser positivo. O governador da Bahia frustrou os catastrofistas de plantão e mostrou que a democracia pode ser simultaneamente firme e serena. Pode ser dura, sem perder a ternura, para recuperar a palavra de ordem de Guevara.

Como disse no início desse texto, essas movimentações reclamam, simultaneamente à discussão sobre a questão salarial, um tratamento mais de fundo sobre a segurança pública, que leve em conta, sobretudo, o sagrado direito da cidadania à segurança. Esse direito não pode ser desrespeitado, sob nenhum argumento. Esse o alerta que essas paralisações nos deixam. Um alerta urgente. Acendeu-se o sinal vermelho.
*Emiliano José é jornalista, escritor e deputado federal (PT/BA).Texto publicado orginalmente no site da revista Caros Amigos.

Deputada Luiza Maia denuncia banda que alicia crianças para dança erótica no palco


A deputada Luiza Maia aproveitou o carnaval para fazer campanha e falar a respeito do seu projeto de lei contra a baixaria. Em entrevista ao repórter Léo Valente, ela comentou que o momento é de se “sensibilizar os deputados quanto a importância do projeto”. Alguns dos representantes do Legislativo estadual teriam até acusado que seria uma tentativa de se reeditar a censura.

Já contando com o apoio de toda a bancada feminina na Assembléia, Luiza Maia lembrou que pela Constituição cabe ao Estado resguardar os direitos e o respeito às mulheres.

” Falam aí em músicas que mulher gosta de tomar tapa na cara, que jogaram bomba no cabaré e sai caco de puta para todo lado, isso é um absurdo. É preciso se combater o preconceito e a discriminação e como é que dinheiro público vai financiar essa loucura?” questionou ela, também relacionando outros tipos de “homenagens” que certos cantores da música baiana fazem às mulheres, chamando-as de: “cachorras’, “vadias’, “metralhadas”, “galinha’ e ”piriguete’, entre outros adjetivos.

Ela também lembrou ilegalidades como a de determinada banda que teria recrutado adolescentes de 13 anos de idade para protagonizarem danças que representam encenação de sexo explícito no palco. ” A banda A Bronkka bota crianças no palco de quatro, encenam sexo anal e ainda fazem gesto como se estivessem batendo nelas”, denunciou.

Na opinião da deputada, a questão seria gerada por grandes produtoras de eventos interessadas em lucrar em cima da desvalorização das mulheres, parte de uma campanha maior contra a violência contra o chamado “sexo frágil”. ‘Nesse carnaval vimos diminuir esse tipo de baixaria contra as mulheres, prova de que houve repercurssão e apoio da sociedade”, comentou.

TCM condena prefeito de Ipiaú a devolver 16 mil reais


O TCM (Tribunal de Contas dos Municípios) indefeiu o pedido de reconsideração formulado pelo prefeito de Ipiaú, Deraldino Araújo, referente à denúncia de n.º 8339/09. Esta denúncia diz respeito à contratação irregular do IBEC para a jornada pedagógica no município. O TCM multou o prefeito e mandou devolver R$ 16.000,00 ao erário público.

A decisão publicada no Diário Oficial do Estado conforme texto abaixo:

Processo nº 13524-10 – Pedido de Reconsideração à Deliberação nº 00916-10, referente à Denúncia nº 08339-09, relativa à Prefeitura Municipal de IPIAÚ. Interessado: Sr. Deraldino Alves de Araújo. Relator: Conselheiro Fernando Vita. Decisão: Negado provimento. Votaram com o Relator: Conselheiros José Alfredo Rocha Dias, Francisco de Souza Andrade Netto, Paolo Marconi e Plínio Carneiro Filho.

( Blog Marcelo Martins )

Presidente dos Sem Teto de Ipiaú cogita ação no Ministério Público para reivindicar conclusão e entrega de casas populares


A presidente da Associação dos Sem Teto de Ipiaú, Liliane dos Santos Ferreira, comentou no programa Fala Ipiaú que a entidade pretende entrar com ação no Ministério Público para reivindicar a construção de 150 casas populares que fazem parte do projeto Minha Casa, Minha Vida em Ipiaú.

Segundo ela, numa fase inicial 50 casas ficaram de ser erguidas no residencial César Borges, beneficiando também moradores da Vila Esperança que se inscreveram no cadastramento. Três anos depois de iniciado porém, o projeto não ultrapassou 17 moradias ainda em fase de finalização.

Liliane comentou que os moradores tem o direito de saber se o recurso para a construção das casas foi todo investido, por que houve a paralisação dos serviços e quando os trabalhos serão retomados com a consequente entrega das moradias.

Em tempo, a entidade também mantém de pé a possibilidade de fazer uma mobilização pública para chamar a atenção da comunidade quanto a quase ausência de programas de habitacão popular no município.

Para efeito de comparação, a vizinha cidade de Barra do Rocha ( com pouco mais de 6 mil habitantes ) entregou no mesmo período 80 casas a moradores cadastrados. Em Jequié, mais de 500.

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA BAHIA PUBLICA

AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 637.265 (224)

ORIGEM : AC - 200633080027233 - TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 1º REGIÃO

PROCED. : BAHIA

RELATOR :MIN. LUIZ FUX

AGTE.(S) : UNIÃO

PROC.(A/S)(ES) : ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO

AGDO.(A/S) : MUNICÍPIO DE JITAÚNA

ADV.(A/S) : FERNANDO AUGUSTO SÁ HAGE

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. FUNDEF. VALOR MÍNIMO NACIONAL POR ALUNO. FORMA DE CÁLCULO. RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 636.978. AUSÊNCIA DE REPERCUSSÃO GERAL. RECURSO REJEITADO (ART. 327, § 1º, DO RISTF). COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEF. REPASSE DE VERBAS PELA UNIÃO. ERRO NO CÁLCULO. FORMA DE DEVOLUÇÃO. REPERCUSSÃO GERAL RECONHECIDA. RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 635.347. DEVOLUÇÃO DO PROCESSO AO TRIBUNAL DE ORIGEM (ART. 328, PARÁGRAFO ÚNICO, DO RISTF).

DECISÃO: Cuida-se de agravo regimental interposto pela UNIÃO, em face da decisão de minha lavra (fl. 288/289), que rejeitou o recurso extraordinário interposto, nos seguintes termos :

?DECISÃO : Trata-se de recurso extraordinário interposto contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em que se discute a forma de cálculo do valor mínimo nacional por aluno (VMNA) a ser repassado ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF).

Ocorre que o Plenário deste Supremo Tribunal Federal no julgamento de caso análogo ao presento, o RE n. 636.978 , Relatora o Ministro Cezar Peluso, DJe de 31.08.11, decidiu pela ausência de repercussão geral do tema aqui debatido. Confira-se, a propósito, a ementa do referido julgado:

?RECURSO. Extraordinário. Inadmissibilidade. FUNDEF. Cálculo do valor mínimo nacional por aluno. Tema infraconstitucional. Precedentes. Ausência de repercussão geral. Recurso extraordinário não conhecido. Não apresenta repercussão geral recurso extraordinário que, tendo por objeto a forma de cálculo do valor mínimo nacional por aluno (VMNA) a ser repassado o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF), versa sobre tema infraconstitucional.?

Ex positis, nos termos do precedente citado, rejeito o recurso extraordinário (artigo 327, § 1º, do RISTF c.c. artigo 543-A, § 5º, do Código de Processo Civil).

Em suas razões, sustenta a agravante que ?no recurso extraordinário, a União se insurgiu com dois fundamentos principais, quais sejam: a metodologia de cálculo do Valor Mínimo Anual por Aluno ? VMAA (art. 60, § 1º, do ADCT) e a forma de pagamento da suposta diferença (art. 100 da Constituição. (?). Portanto, tendo em vista que o recurso extraordinário também apontou a ofensa ao art. 100 da Constituição Federal, é de se aplicar o regime da repercussão geral porque o presente caso é análogo ao Re nº 635.347, com a consequente devolução dos autos ao Tribunal de origem, nos termos do art. 543-B do CPC? (fls. 287/300).

Tem razão a agravante.

Verifico que o presente recurso extraordinário também traz à baila o debate referente à necessidade de obediência ao regime constitucional dos precatórios (artigo 100 da Constituição Federal), quando há condenação judicial que impõe o pagamento de débito decorrente de erro no cálculo de verbas a serem repassadas pela União, a título de complementação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF).

O Supremo Tribunal Federal reconheceu a repercussão geral da questão constitucional acima suscitada, que será submetida à apreciação do Pleno desta Corte, nos autos do RE n. 635.347, Relator o Ministro Cezar Peluso.

Ex positis, mantenho a decisão agravada rejeitando o recurso extraordinário, no tocante ao cálculo do valor mínimo nacional por aluno (VMNA) (artigo 327, § 1º, do RISTF c.c. artigo 543-A, § 5º, do Código de Processo Civil) e, quanto à forma de pagamento de débito oriundo de erro no cálculo das verbas a serem repassadas pela União, a título de complementação do FUNDEF, determino a devolução dos autos ao Tribunal de origem (art. 328, parágrafo único, do RISTF c.c. artigo 543-B e seus parágrafos do Código de Processo Civil).

Publique-se.

Brasília, 15 de fevereiro de 2012.

Ministro LUIZ FUX

Relator

Documento assinado digitalmente

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA BAHIA PUBLICA

A Exma. Sra. Juiza exarou :

"Converto o julgamento em diligência. Cumpra-se o item 3 do despacho de fl. 131, intimandose a parte embargante do teor do laudo complementar de fl. 133/136."

Numeração única: 3688-23.2010.4.01.3308

3688-23.2010.4.01.3308 AÇÃO CIVIL PÚBLICA DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA




REQTE.

:

MINISTERIO PUBLICO FEDERAL

PROCUR

:

- OVIDIO AUGUSTO AMOEDO MACHADO

REQDO.

:

EDISIO CERQUEIRA ALVES

REQDO.

:

LABORATORIO DE ANALISES CLINICAS JITAUNA LTDA ME

REQDO.

:

JUCIANE JESUS SANTOS

REQDO.

:

OSVALDO ROBERTO PEIXOTO

ADVOGADO

:

RJ00119919 - BRUNO GUSTAVO FREITAS ADRY

A Exma. Sra. Juiza exarou :

"Tendo em vista que os requeridos Juciane Jesus Santos, Osvaldo Roberto e Laboratório de Análises Clínicas Jitaúna LTDA ME, citados pessoalmente, não contestaram o feito, decreto a revelia destes, observando a teor do art. 320, I, do CPC... intime-se o acionado Edísio Cerqueira Alves a especificar provas, também no prazo de 10 (dez) dias."

Atos do Exmo. : DR. RAFAEL IANNER SILVA

Tom Cavalcante ainda sem TV para seu show





Tom ainda busca TV para se show. Foto: internet
Tom ainda busca TV para se show. Foto: internet

O talentoso humorista Tom Cavalcante não sabe para onde ir depois que saiu da Rede Record, no final do ano passado. Por enquanto, ele busca uma emissora que lhe dê condições de realizar seu programa Show do Tom ou outro semelhante. Pelo que se sabe, várias integrantes de sua equipe de trabalho já foram dispensados pela Record. Inclusive, Tom estaria descontente com a TV de Macedo pelo fato dela ter reapresentado alguns de seus programas.

A última noticia que circula no meio artístico é a de que um contrato que iria fechar com a Globo foi barrado por um desafeto no interior desta emissora de TV. Sem dúvida, a Globo perdeu e também os telespectadores.

OPORTUNIDADES: 21.169 VAGAS EM CONCURSOS PÚBLICOS EM TODO BRASIL


Nesta segunda, 20 de fevereiro de 2012, os principais concursos públicos com inscrições abertas oferecem 21.169 vagas em 15 seleções. As oportunidades estão distribuídas em diversos cargos destinados a candidatos de todos os níveis escolares. As remunerações iniciais podem chegar a R$ 21.766, dependendo da função desejada.

Confira os principais concursos:

Órgão Vagas Escolaridade Salário
STJ 28 Níveis médio e superior R$ 4.052 a R$ 6.611 Edital
Liquigás 1.160 Todos os níveis R$ 854 a R$ 4.292 Edital
Educação (SP) 9.932 Nível médio R$ 800 Edital
Educação (SE) 1.700 Nível superior R$ 1.661 Edital
Transpetro 322 Nível superior R$ 7.964 Edital
Saúde (RJ) 492 Níveis médio e superior R$ 700 a R$ 9.000 Edital
Angra dos Reis (RJ) 402 Todos os níveis R$ 778 a R$ 6.879 Edital
Marinha 1.720 Nível fundamental R$ 1.100 Edital
Belford Roxo (RJ) 1.499 Níveis médio e superior R$ 622 a R$ 5.000 Edital
Saúde (RJ) 492 Níveis médio e superior R$ 700 a R$ 9.000 Edital
São José dos Campos (SP) 279 Todos os níveis R$ 735 a R$ 6.792 Edital
Polícia Civil (RJ) 600 Níveis superior R$ 2.087 Edital
Russas (CE) 815 Todos os níveis R$ 622 a R$ 6.515 Edital
TRT de Campinas (SP) 34 Nível superior R$ 21.766 Edital
Uberlândia (MG) 1.694 Todos os níveis R$ 538 a R$ 1.481 Edital

- Fonte: Uol

Fluminense derrota o Botafogo nos pênaltis e enfrenta o Vasco na final






Flusão faz a festa contra o Bota. Foto: uol
Flusão faz a festa contra o Bota. Foto: uol

Depois de um jogo bem estudado no primeiro tempo, com pouca emoção e empate, o Fluminense e o Botafogo se soltaram um pouco na segunda etapa da partida semifinal da Taça Guanabara, nesta quinta-feira 23. A tática de ambos resultou no empate de 1 a 1, com o Bota abrindo o placar e o Tricolor igualando em seguida com o zagueiro Leandro Euzébio.

Esse resultado no tempo normal levou a decisão para os pênaltis. Depois das cobranças, o Flusão comemorou a vitória, ao vencer o adversário por 4 a 3. O último a perder o pênalti foi justamente o craque Loco Abreu.

Loucos de alegria, os jogadores do Clube das Laranjeiras e os torcedores fizeram a festa no estádio. Agora os atletas vão se concentrar para o embate com o Vasco no próximo domingo 26, à tarde, no estádio Engenhão, pela decisão do primeiro turno.

Jequié caminha para o continuísmo das "cumadinhas”






Leitor diz que o trânsito é um grande problema de Jequié. Foto: C. Argolo
Leitor diz que o trânsito é um grande problema de Jequié. Foto: C. Argolo

Já que os amigos apontam problemas na atual gestão (do prefeito Luiz Amaral (PMDB), de Jequié), para mim um dos piores está relacionado na questão do trânsito. Recentemente foi indicado um outro Superintendente da SUMTRAN. Pelo que me consta, é mais um órgão que não passa de cabide de emprego. Se funcionasse, o trânsito de Jequié não estaria semelhante ao da Índia.

"Contramão"

Acredito que as eleições estão se aproximando, portanto a "velha roleta viciada" volta a contrariar os dados. O cassino está para os amigos e o povo paga a aposta feita. Não é possível que uma cidade do porte de Jequié esteja tão mal sinalizada. Não me canso de ver motoristas de outras cidades trafegarem em contramão. Esperar que esse novo superintendente faça alguma coisa é esperar milagre. Ao meu ver, conchavos pré-eleitorais implicam em muitas concessões, tornando pior o que já está ruim. E todo mundo já sabe que esse tipo de cargo é tão somente para aplacar os ânimos dos correligionários.

“Omissos”

O governo Wagner, do PT, também tem o seu superintendente na Assembleia Legislativa, que até agora não se sabe pra que serve. Em Jequié, dois vereadores omissos aos anseios da população. Não cumprem o papel de legisladores, fazem assistencialismo como políticos de "roleta". Estão apenas preocupados com a reeleição. Lamentavelmente, Jequié caminha para o continuísmo das "cumadinhas."

- Por André Santos - texto postado na área de comentários do site Gicult.